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Brasil usa cinco vezes mais biocombustíveis que países da OCDE

30 jul

A participação da bioenergia (etanol e biodiesel) na matriz de transportes brasileira em 2014 atingiu 17,6%. O percentual é cinco vezes superior ao verificado nos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE).

A participação da bioenergia (etanol e biodiesel) na matriz de transportes brasileira em 2014 atingiu 17,6%. O percentual é cinco vezes superior ao verificado nos países da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) onde essas fontes representam apenas 3,6%.

Esse percentual é 44 vezes superior à fatia de 0,4% verificado nos demais países, fora da OCDE. O indicador foi divulgado na Resenha Energética Brasileira, apresentada em junho de 2015 e produzida pelo Ministério de Minas e Energia (MME).

A produção de biodiesel, no acumulado do ano até maio, atingiu 1.609 mil m³, um acréscimo de 28,4% em relação ao mesmo período de 2014. Apenas em maio, a produção foi de 339 mil m³. O crescimento é estimulado com a adoção de maior percentual de biodiesel no diesel convencional, iniciada em novembro de 2014.

A capacidade instalada de produção de biodiesel foi de 7.349 mil m³/ano. Dessa capacidade, 94% dos produtores são empresas detentoras do selo Combustível Social, criado para estimular a inclusão social na agricultura dentro da cadeia produtiva do biodiesel.

Quanto ao etanol, a produção em maio (safra 2015/2016) foi de 1,9 bilhão de litros. Foram consumidos no mês 1,4 bilhão de litros de etanol.

Leilões

Até maio deste ano foram realizados três leilões para a compra de biodiesel pelas distribuidoras de combustível, totalizando 43 desde o início do Programa Nacional de Produção e Uso de Biodiesel.

No último realizado, o 43º Leilão de Biodiesel, foram arrematados 661,5 milhões de litros, sendo 99,8% deste volume oriundo de produtores detentores do selo Combustível Social.

O preço médio foi de R$ 2,171, sem considerar a margem Petrobras, e o valor total negociado atingiu o patamar de R$ 1,44 bilhão, refletindo um deságio médio de 11,35% quando comparado com o preço máximo de referência médio (R$ 2,449).

Ainda neste ano serão realizados mais três leilões – o L44 (entrega em setembro e outubro), o L45 (entrega em novembro e dezembro) e o L46 (que é realizado no final do ano para entrega de biodiesel em janeiro e fevereiro de 2016).

Fonte: Biodieselbr

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